terça-feira, 4 de outubro de 2011

O Rachão dentro do PT é geral, inclusive com a Deputada

Imagem retirada da internet
Teresa avisa a Humberto que não retira candidatura
 








Rivânia Queiroz, repórter especial

Se dentro da Frente Popular o clima começou a pesar, dentro do PT a situação está ficando insustentável. Temendo uma fratura com a aliança Frente Popular do Recife, o Partido dos Trabalhadores recuou das intenções de conquistar territórios e agora já fala que não tem nomes postos na Região Metropolitana do Recife (RMR), a salvo em Paulista, para 2012. A notícia foi dada pelo senador Humberto Costa.

O petista abriu a boca na tentativa de tranquillizar os aliados, mas o efeito, pelo menos internamente, foi pior. Em entrevista na manhã de hoje ele falou que somente a candidatura do deputado Sérgio Leite, naquele município, estaria legitimada. Em relação a Olinda, reiterou ser totalmente contra uma candidatura própria.

As declarações de Humberto não foram bem digeridas por Teresa Leitão, que vem recebendo apoios dentro do PT para lançar-se em 2012, na vizinha Olinda, cidade governada pelo PCdoB. “Não vou retirar minha candidatura porque não é um projeto pessoal. Não fui eu quem inventou. Foi um conjunto de forças dentro do PT que faz essa reflexão há um bom tempo. Sem precisar Humberto dizer se é hora de fazer isso ou aquilo”, disparou Tereza.

A petista explicou que não vem impondo nada e que seu nome surgiu como um consenso dentro do partido. “A gente não quer que Humberto defina nada. A gente quer que o PT defina. Ele (Humberto) não é a única pessoa importante. O peso da corrente dele a gente conhece. Mas espero que ele não esteja se pautando por uma tendência ou outra”, considerou. A deputada avisou que, ao contrário do que falou Humberto, o diretório de Olinda tem condições de discutir e decidir o que é melhor para aquela cidade.

“Não é assim, a não ser que ele queira propor uma intervenção. Não é só com Humberto que a gente quer discutir. A gente quer discutir com outras pessoas do PT. Se for preciso vamos conversar até com a nacional”, informou. Na avaliação de Teresa, o senador está nervoso. “Ele devia ficar mais calmo, porque lá (em Olinda) estamos calmos. O que tiver de ser, será, independente do doutor Humberto Costa”, concluiu.

Teresa informou que o PT de Olinda não terá uma posição aventureira nem açodada e pediu mais respeito ao colega. “A gente quer respeito. Sabemos onde o sapato está apertando e quais os desafios do PT”. A deputada disse também que o diretório de Olinda está conduzindo um processo sério, e que o mesmo já teria beneficiado o próprio Humberto, no passado.

“Não estamos seguindo o relógio de ninguém”. O PT poderá entregar os cargos na Prefeitura de Renildo Calheiros, disse ela. Nesse instante, a deputada está reunida com o diretório do PT em Olinda para discutir essa e outras pautas relativas ao processo eleitoral de 2012.

As informações são do Blog do Magno

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Entrevista

BOMBA: Deputado Federal Eduardo da Fonte é Pré-Candidato a Prefeito do Recife

Por Paulo Júnior

O Deputado Federal Eduardo da Fonte, o mais votado em Pernambuco e Passira, deu entrevista e confessou: “O povo do Recife não quer mais o prefeito João da Costa. Não vamos apoiá-lo em nenhuma hipótese.” Rumores davam conta que o Deputado estaria sendo cotado para o pleito de 2014 como Candidato a Governador, no entanto, o mesmo se antecipa e lança seu nome junto ao PP-PE para o próximo pleito de 2012.

Confira na íntegra a entrevista:

O senhor está costurando uma possível candidatura do PP à Prefeitura do Recife. Como estão as conversas?

Nós estamos construindo. Sabemos que uma candidatura majoritária não depende apenas da vontade individual do nosso partido, mas sim de um conjunto de forças políticas que a gente consiga aglutinar em torno desta proposta. Te­mos conversado bastante com alguns partidos, inclusive com o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra. Acredito que temos boas possibilidades de fazer um entendimento mais adiante.

O PSDB está na Mesa da Unidade da oposição, e já colocou como possíveis candidatos Raul Jungmann (PPS), Daniel Coelho (PV) e os tucanos Bruno Araújo e Aline Mariano. Es­­sa aliança PP-PSDB é possível?
Nós defendemos uma candidatura que consiga reunir con­dições de ganhar a eleição. Não quer dizer que o candidato terá que ser eu. É importante que a gente consiga escolher um candidato com chances reais de ganhar a eleição. Não existe mais espaço para candidatura que não tenha chances reais. É isso que a gente tem conversado, tem buscado, aglutinar com partidos que não concordem com o modo que o Recife está sendo administrado.

O senhor só seria candidato para ganhar?
Eu serei candidato se conseguir reunir as condições políticas para ganhar a eleição. Tenho certeza que o povo do Recife quer uma mudança, não está concordando com a forma que o Recife está sendo administrado. A gente tem que ter uma administração que inove, que ouse, que trate a cidade do Recife da forma que ela deve ser tratada. Nós vamos com um projeto que represente a mudança. É isso que temos sentido nas ruas. O recifense quer mudança na forma de administrar. Não vamos apoiar o prefeito em nenhuma hipótese.

O senhor foi o segundo deputado federal mais votado no Estado e no Recife. Esses números não lhe colocam à frente dos demais pré-candidatos?
Isso nos ajuda bastante, porque mostra a identificação que o eleitor recifense teve com o nosso trabalho na Câmara Federal. Mas o que a gente precisa é aglutinar o conjunto de forças políticas que nos dê condições de disputar a eleição, para que possamos mostrar nossas propostas ao eleitor. Agora é uma eleição para prefeito, e o Recife precisa rapidamente de propostas concretas, eficazes e que sejam pos­síveis de executar. A gente vê problemas gravíssimos que a atual gestão não está conseguindo superar, e temos que encontrar soluções rápidas e concretas para esses problemas, como o trânsito, os alaga­mentos que ocorrem quando as chuvas chegam e que mostraram o caos que a cidade se encontra. Por isso, temos que juntar esse conjunto de forças para apresentar soluções para questões que a cidade está sofrendo.

Se confirmada, sua candidatura seria precursora do tão especulado racha na Frente Popular?
Eu separo bem a questão estadual da municipal. Nós não fomos com João da Costa em 2008 e não iremos em 2012. No entanto, fomos com Eduardo Campos em 2006 e em 2010. Uma coisa não tem a ver com a outra. Somos da base do governador e vamos permanecer nela. Mas tivemos uma posição em 2008 já de não irmos com o prefeito João da Costa. Tenho certeza que isso não interfere nesses campos.

O PP só sairá com candidatura própria se tiver o apoio do governador?
Não deixarei com que isso interfira. O PP terá uma candidatura ou fará parte de um projeto que vá justamente de encontro à atual gestão. O PP tem um projeto e estamos trabalhando nele. Vamos continuar avançando, planejando o Recife para que possamos apresentar propostas adequadas para solucionar os problemas da cidade. Entendemos que o Recife precisa de gestão, precisa de um prefeito que tenha firmeza para tomar as decisões e que mude a forma que a cidade está sendo administrada. A gente entende e tem convicção que o Recife quer mudança. O Recife não quer mais ser administrado pela atual gestão. Quer uma nova forma de administração.

Não quer mais o PT?
Não quer mais o prefeito João da Costa. A forma de administrar do prefeito está reprovada pela maioria da população. O que o recifense quer é uma alternativa de gestão que consiga resolver os problemas que a cidade encontra hoje no seu dia a dia.

Se o ex-prefeito João Paulo (PT) entrar na disputa, o jogo muda e o senhor passaria a apoiar o PT?
Aí é uma questão que a gente tem que analisar quando ela acontecer. Isso é um fato que a gente não pode tratar, porque até agora não é um fato real. Mas, sem dúvida, se ele não for candidato, será um dos maiores eleitores de 2012. Não estou condenando a forma de o PT administrar. Estou condenando a forma de o prefeito administrar. Não é o partido, e sim o atual prefeito. A gente vê que falta pulso, falta iniciativa, falta gestão. Não tivemos até hoje nenhum prefeito ruim na cida­de do Recife. O primeiro que estamos vendo é o atual prefeito. Está faltando gestão, pulso para administrar o Recife.


O senhor tem conversado com o PSDB. E o DEM, PMDB, PPS e PMN também interessam ao PP?
Eu defendo justamente um entendimento de todas as forças que vão de encontro com a atual gestão. É importante que a gente consolide um discurso de mudança. Não apenas dizendo que vamos mudar, mas sim o que nós vamos mudar, o que vamos apresentar para solucionar os problemas. Acredito que todos que estejam com o mesmo pensamento de apresentar uma alternativa viável para o Recife sentem à mesa, discutam, e a gente avalie quem é o candidato que consegue reunir melhores condições de ganhar a eleição.

O senhor tem mantido contato com suas bases após a eleição do ano passado? O que eles têm lhe trasmitido?
Percorri na última campanha cerca de 150 municípios, fiz caminhadas permanentes. Todo fim de semana visito algumas bases, inclusive no Recife. Estou na rua permanentemente. Quando estou em Pernambuco, estou visitando minhas bases e em contato direto com os eleitores. Senão, não teria uma votação como na última eleição. Por onde ando, tenho recebido pedidos de várias pessoas, dizendo que temos que mudar a atual gestão e sermos candidatos. Gosto muito do termômetro das ruas. Tenho andado no Centro, nos bairros do Bongi, Mustardinha, Casa Amarela, vou todos os domingos ao Morro da Conceição. Estou permanentemente nas ruas, junto com o eleitor. E a gente vê a necessidade de mudança na forma de administrar o Recife

Quem deve ser o condutor do processo em 2012?
Na verdade, eu separo bastante. O governador sem dúvida é o maior condutor deste pro­cesso. Não vejo João da Cos­ta como condutor deste pro­cesso. Ele deve ser candidato, não condutor. Ele tem que passar pelo crivo do partido dele. Ele é um candidato que não tem unanimidade nem dentro do próprio partido. En­tão, ele tem que resolver o problema interno para depois enfrentar os problemas externos.

A estratégia de Frente Popular deve ser de múltiplas candidaturas?
É importante que isso seja discutido pela Frente. Não pos­so falar individualmente. Mas é importante que a gente tenha identificado a importância dessa decisão da Frente. Não falarei sem a Frente se reunir.

Mas esta estratégia não poderia gerar um racha para a eleição de 2014?
Vejo que a gente tem que resolver cada questão ao seu tempo. A questão agora é 2012, e eu entendo que os partidos têm autonomia de lançar seus candidatos. Não é porque o PT está à frente da gestão que nenhum outro partido da base do governador Eduardo Campos não deve lançar candidato. Cada partido tem autonomia para lançar o seu candidato ou apoiar aquele que achar que reúne as melhores condições da cidade do Recife.

O seu nome está colocado para a Frente Popular?
Meu nome está à disposição da Frente Popular e de todos que entendam que o Recife merece mudar. Primeiro a gente tem que resolver problemas críticos da cidade, com alternativas viáveis. A principal bandeira é justamente a mudança que o Recife precisa para ser administrado. A gente tem que ter uma gestão eficiente, atuante, que resolva os problemas da cidade. A gente tem que ter coragem para poder administrar a Cidade do Recife. Não podemos baixar a cabeça como a atual administração vem baixando para questões fundamentais, como o deficit habitacional da cidade, o zoneamento da cidade, onde a gente não pode admitir uma rua onde tinham 100 casas hoje ter 30 prédios, inviabilizando completamente. Tem que se discutir is­so de forma muito clara com a so­ciedade, porque o que esta­mos vendo é um inchaço que causa todos esses problemas.

Tem feito pesquisas?
Fiz pesquisa qualitativa. Não fiz quantitativa, porque acho que a melhor pesquisa foi o resultado das urnas em 2010. Não tem fato novo que tenha mudado a vontade do eleitor. O que a gente avalia, nessas pesquisas qualitativas, é justamente a necessidade de mudar a forma de administrar o Recife. O eleitor nos conhece com boas perspectivas, com determinação, vontade de trabalhar. E é o que o Recife precisa, de muito trabalho. Tenho certeza que reúno essas características, vontade de trabalhar e mudar a forma da gestão que o Recife tem hoje, e justamente discutindo com a população presente nas ruas. E principalmente mostrando soluções possíveis de serem executadas. Não podemos dizer que vamos resolver o problema do dia para a noite. O que a gente tem que ter é um planejamento, pensar a cidade do Recife a curto, médio e longo prazo, para que a gente consiga com isso resolver os gargalos da cidade, que não são poucos.

Houve alguns problemas no PP nacional, principalmente ligados ao Ministério das Cidades...?

O que houve foi justamente darmos oportunidade a novos deputados de participarem das decisões do partido. Nosso partido só se reuniu uma vez na gestão do líder anterior (Nel­son Meurer/PR), em sete meses. O que a gente está bus­cando é justamente oxigenar as lideranças do partido, reunir a bancada para discutir os temas importantes para o nosso País, e fazer com que todos os deputados tenham a mesma condição de trabalho dentro do PP. O ministério é uma questão externa da Câmara. O que a gente está trabalhando é a questão interna. Tivemos questões importantes, como a votação do Código Florestal, e o partido não se reuniu para discutir seu posicionamento, assim como em outras votações. Isso que nos levou a trocar de líder, para que o partido tenha o seu papel dentro da Câmara. Somos 41 deputados, a quarta maior bancada. Temos um novo desafio pela frente. Tenho certeza de que o líder Aguinaldo Ribeiro (PB) vai conduzir todas as questões reunindo a bancada, discutindo com todos os deputados, e foi isso que aconteceu na Câmara nesta mudança de líder.

O ministro Mário Negromonte chegou a culpar o ex-ministro Márcio Fortes por um ambiente ruim no partido.
Quem vai tratar do assunto do ministério, da interlocução com o Governo Federal, é o presidente do partido, Francisco Dornelles, e o nosso líder, Aguinaldo Ribeiro. O que a gente tem trabalhado na Câmara é o alinhamento com o Governo. Trabalharemos permanentemente a favor da governabilidade. Mário tem boa relação com todos os deputados. Mas a questão que entrou em pauta foi a liderança, não foi o ministério. Talvez essa tentativa de interferência tenha atrapalhado um pouco. Mas o que a gente está convicto é do alinhamento com o Governo, e iremos seguir todas as orientação da presidente Dilma.

Fonte: Blog da Folha

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nordeste tem piores índices educacionais e 82,6% dos alunos na rede pública.

A Região Nordeste registrou, em 2008, os piores índices educacionais do país. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgada nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de analfabetismo de pessoas de 10 anos ou mais na região é de 17,7%, quase o dobro da média nacional, que é 9,2%.

Ainda em todo o país, dessa vez considerando a população com 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo teve queda entre 2007 e 2008, passando de 10,1% para 10%. Em 2008, a taxa de analfabetismo para os homens dessa faixa etária foi estimada em 10,2%, enquanto a das mulheres foi de 9,8%. Nas regiões Sudeste e Sul, as taxas de analfabetismo entre as mulheres eram pouco superiores. No Sul, a taxa entre as mulheres era de 5,9% e entre os homens de 5%. No Sudeste, os índices correspondiam, respectivamente, a 6,3% e 5,2%.

Apesar do índice no Nordeste, a região demonstrou melhora com relação aos dados de 2007. No ano, a taxa de analfabetismo no Nordeste era de 18,3%, enquanto a média nacional era de 9,3%. Em 2008, a região com a menor taxa de analfabetismo foi o Sul, com 5%, seguido pelo Sudeste (5,4%), o Centro-Oeste (7,4%) e o Norte, com 9,7%.

O estudo considera como alfabetizada uma pessoa capaz de ler e escrever pelo menos um bilhete simples no idioma que conhece. A taxa de analfabetismo mede a porcentagem de pessoas analfabetas de um grupo etário, em relação ao total de pessoas desse grupo.

O Nordeste, ainda segundo o levantamento do IBGE, também tem a menor média de anos de estudo do país em 2008, com 5,9 anos por pessoa, na faixa etária com 10 anos ou mais. O índice nacional é de 7,1 anos. No Sudeste, que possui a melhor média, cada pessoa tem 7,7 anos de estudo. A região é seguida pelo Sul, com 7,5 anos, o Centro-Oeste (7,3) e o Norte (6,5).

Em 2007, o número médio de anos de estudo no país era 6,9. O melhor índice também pertencia ao Sudeste, com 7,6 anos, seguido, como em 2008, por Sul (7,3), Centro-Oeste (7,1), Norte (6,4) e Nordeste (5,7).

Outro índice apontado pelo estudo é a taxa de escolarização, que corresponde à porcentagem de pessoas de um grupo etário que frequenta a escola. Entre 2007 e 2008, a taxa passou de 97% para 97,5% entre a população na faixa etária de 6 a 14 anos. O levantamento ressalta que as taxas de escolarização nas cinco regiões do país variaram de 96,1%, na Região Norte, a 98,1%, na Região Sudeste, nessa mesma faixa etária.

Analfabetismo funcional

Em todo o país, a taxa de analfabetismo funcional, segundo o IBGE, foi de 21% em 2008 (30 milhões de analfabetos funcionais), 0,8 ponto percentual menor do que em 2007. O índice é medido pela proporção de pessoas com 15 anos ou mais, com menos de 4 anos de estudos completos, em relação ao total de pessoas dessa faixa etária.

No Brasil, a taxa de analfabetismo funcional masculina era superior à feminina (21,6% contra 20,5%). Apenas nas regiões Sudeste e Sul, as taxas de analfabetismo funcional das mulheres eram superiores às dos homens, com 16,5% contra 15% e 16,9% contra 15,5%, espectivamente.

Escolas públicas

Em 2008, as escolas públicas atendiam a cerca de 79,2% dos estudantes de 4 anos ou mais, em todo o país. Entre os alunos dos ensinos fundamental e médio, a maioria expressiva, 88% e 86,5%, respectivamente, estava na rede pública. No ensino superior, o quadro era o oposto. Cerca de 76,3% dos estudantes de nível superior dependiam da rede particular.

Dentre as regiões, o Norte e o Nordeste têm a maior porcentagem de alunos na rede pública. Já se considerados apenas o ensino fundamental e as classes de alfabetização, o primeiro lugar é ocupado pelo Norte (com 92,2%) e o segundo pela Região Sul, com 91,2%, seguida por Nordeste (87,7%), Sudeste (86,3%) e Centro-Oeste (85,7%).


Fonte: www.covest.com.br

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Lula sanciona lei que cria Universidade Federal da Fronteira Sul


Já são 11 as novas universidades federais criadas nos últimos sete anos. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nesta terça-feira, 15, a lei que cria a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Outros três projetos de Lei tramitam no Congresso para criar as universidades federais da Integração Latino-Americana (Unila), da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab) e da Integração Amazônica (Uniam).

O ministro da Educação, Fernando Haddad, considera um recorde o número de universidades criadas em um governo, nos últimos anos. “Até então, a marca pertencia a Juscelino Kubitschek, que criou dez”, disse ele. Além das novas instituições, os campi das universidades já existentes se expandiram e interiorizaram; são 100 novos campi em todo o país.

Haddad destacou o empenho de reitores das universidades e dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia – que crescerão para 354 novas escolas até o final de 2010 – como fator de sucesso para a expansão das oportunidades educacionais. “E, no caso da Federal da Fronteira Sul, os estados contemplados e os movimentos sociais foram determinantes para a criação da instituição”, afirmou.

A UFFS terá campi nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Cerca de 10 mil estudantes de graduação serão atendidos. As obras começam no próximo ano, mas a partir de março a universidade já funcionará em espaços provisórios. Estima-se que 2.160 alunos sejam selecionados no primeiro processo seletivo, que terá como base as notas dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Para atender todos os estudantes com um ensino de qualidade, serão contratados 158 professores e 145 técnicos, também em 2010. Pelas previsões, 500 professores e 340 técnicos estarão trabalhando em 2013, quando a universidade deve estar em pleno funcionamento.

A instituição oferecerá os cursos de administração, agronomia, aquicultura, arquitetura e urbanismo, ciência da computação, desenvolvimento rural, enfermagem, engenharia ambiental, engenharia de alimentos e licenciaturas em filosofia, história, geografia, sociologia, pedagogia, português, espanhol e educação no campo. A sede da universidade ficará em Chapecó (SC) e os demais campi, em Cerro Largo e Erechim (RS), Laranjeiras do Sul (PR) e Realeza (PR).

Para despesas de custeio, investimentos e pagamentos de servidores, à UFFS serão destinados R$ 306 milhões até 2012.

Assessoria de Comunicação Social Palavras-chave: Educação superior, Expansão, Universidade Federal da Fronteira Sul

CONFIRA A CONCORRÊNCIA DA UPE PARA O VESTIBULAR 2010




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Reaberto processo de solicitação de isenção do Vestibular 2010


Estarão reabertas, a partir da próxima segunda-feira (14/09), o período para os candidatos termporarimanete sem condições de arcar com o valor da taxa de inscrição solicitarem a isenção. O prazo encerra-se na próxima quarta-feira (16/09). Click nesta mensagem que você será redirecionado para o site da Covest-Copset.