segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nordeste tem piores índices educacionais e 82,6% dos alunos na rede pública.

A Região Nordeste registrou, em 2008, os piores índices educacionais do país. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgada nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de analfabetismo de pessoas de 10 anos ou mais na região é de 17,7%, quase o dobro da média nacional, que é 9,2%.

Ainda em todo o país, dessa vez considerando a população com 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo teve queda entre 2007 e 2008, passando de 10,1% para 10%. Em 2008, a taxa de analfabetismo para os homens dessa faixa etária foi estimada em 10,2%, enquanto a das mulheres foi de 9,8%. Nas regiões Sudeste e Sul, as taxas de analfabetismo entre as mulheres eram pouco superiores. No Sul, a taxa entre as mulheres era de 5,9% e entre os homens de 5%. No Sudeste, os índices correspondiam, respectivamente, a 6,3% e 5,2%.

Apesar do índice no Nordeste, a região demonstrou melhora com relação aos dados de 2007. No ano, a taxa de analfabetismo no Nordeste era de 18,3%, enquanto a média nacional era de 9,3%. Em 2008, a região com a menor taxa de analfabetismo foi o Sul, com 5%, seguido pelo Sudeste (5,4%), o Centro-Oeste (7,4%) e o Norte, com 9,7%.

O estudo considera como alfabetizada uma pessoa capaz de ler e escrever pelo menos um bilhete simples no idioma que conhece. A taxa de analfabetismo mede a porcentagem de pessoas analfabetas de um grupo etário, em relação ao total de pessoas desse grupo.

O Nordeste, ainda segundo o levantamento do IBGE, também tem a menor média de anos de estudo do país em 2008, com 5,9 anos por pessoa, na faixa etária com 10 anos ou mais. O índice nacional é de 7,1 anos. No Sudeste, que possui a melhor média, cada pessoa tem 7,7 anos de estudo. A região é seguida pelo Sul, com 7,5 anos, o Centro-Oeste (7,3) e o Norte (6,5).

Em 2007, o número médio de anos de estudo no país era 6,9. O melhor índice também pertencia ao Sudeste, com 7,6 anos, seguido, como em 2008, por Sul (7,3), Centro-Oeste (7,1), Norte (6,4) e Nordeste (5,7).

Outro índice apontado pelo estudo é a taxa de escolarização, que corresponde à porcentagem de pessoas de um grupo etário que frequenta a escola. Entre 2007 e 2008, a taxa passou de 97% para 97,5% entre a população na faixa etária de 6 a 14 anos. O levantamento ressalta que as taxas de escolarização nas cinco regiões do país variaram de 96,1%, na Região Norte, a 98,1%, na Região Sudeste, nessa mesma faixa etária.

Analfabetismo funcional

Em todo o país, a taxa de analfabetismo funcional, segundo o IBGE, foi de 21% em 2008 (30 milhões de analfabetos funcionais), 0,8 ponto percentual menor do que em 2007. O índice é medido pela proporção de pessoas com 15 anos ou mais, com menos de 4 anos de estudos completos, em relação ao total de pessoas dessa faixa etária.

No Brasil, a taxa de analfabetismo funcional masculina era superior à feminina (21,6% contra 20,5%). Apenas nas regiões Sudeste e Sul, as taxas de analfabetismo funcional das mulheres eram superiores às dos homens, com 16,5% contra 15% e 16,9% contra 15,5%, espectivamente.

Escolas públicas

Em 2008, as escolas públicas atendiam a cerca de 79,2% dos estudantes de 4 anos ou mais, em todo o país. Entre os alunos dos ensinos fundamental e médio, a maioria expressiva, 88% e 86,5%, respectivamente, estava na rede pública. No ensino superior, o quadro era o oposto. Cerca de 76,3% dos estudantes de nível superior dependiam da rede particular.

Dentre as regiões, o Norte e o Nordeste têm a maior porcentagem de alunos na rede pública. Já se considerados apenas o ensino fundamental e as classes de alfabetização, o primeiro lugar é ocupado pelo Norte (com 92,2%) e o segundo pela Região Sul, com 91,2%, seguida por Nordeste (87,7%), Sudeste (86,3%) e Centro-Oeste (85,7%).


Fonte: www.covest.com.br

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Lula sanciona lei que cria Universidade Federal da Fronteira Sul


Já são 11 as novas universidades federais criadas nos últimos sete anos. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nesta terça-feira, 15, a lei que cria a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Outros três projetos de Lei tramitam no Congresso para criar as universidades federais da Integração Latino-Americana (Unila), da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab) e da Integração Amazônica (Uniam).

O ministro da Educação, Fernando Haddad, considera um recorde o número de universidades criadas em um governo, nos últimos anos. “Até então, a marca pertencia a Juscelino Kubitschek, que criou dez”, disse ele. Além das novas instituições, os campi das universidades já existentes se expandiram e interiorizaram; são 100 novos campi em todo o país.

Haddad destacou o empenho de reitores das universidades e dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia – que crescerão para 354 novas escolas até o final de 2010 – como fator de sucesso para a expansão das oportunidades educacionais. “E, no caso da Federal da Fronteira Sul, os estados contemplados e os movimentos sociais foram determinantes para a criação da instituição”, afirmou.

A UFFS terá campi nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Cerca de 10 mil estudantes de graduação serão atendidos. As obras começam no próximo ano, mas a partir de março a universidade já funcionará em espaços provisórios. Estima-se que 2.160 alunos sejam selecionados no primeiro processo seletivo, que terá como base as notas dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Para atender todos os estudantes com um ensino de qualidade, serão contratados 158 professores e 145 técnicos, também em 2010. Pelas previsões, 500 professores e 340 técnicos estarão trabalhando em 2013, quando a universidade deve estar em pleno funcionamento.

A instituição oferecerá os cursos de administração, agronomia, aquicultura, arquitetura e urbanismo, ciência da computação, desenvolvimento rural, enfermagem, engenharia ambiental, engenharia de alimentos e licenciaturas em filosofia, história, geografia, sociologia, pedagogia, português, espanhol e educação no campo. A sede da universidade ficará em Chapecó (SC) e os demais campi, em Cerro Largo e Erechim (RS), Laranjeiras do Sul (PR) e Realeza (PR).

Para despesas de custeio, investimentos e pagamentos de servidores, à UFFS serão destinados R$ 306 milhões até 2012.

Assessoria de Comunicação Social Palavras-chave: Educação superior, Expansão, Universidade Federal da Fronteira Sul

CONFIRA A CONCORRÊNCIA DA UPE PARA O VESTIBULAR 2010




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Reaberto processo de solicitação de isenção do Vestibular 2010


Estarão reabertas, a partir da próxima segunda-feira (14/09), o período para os candidatos termporarimanete sem condições de arcar com o valor da taxa de inscrição solicitarem a isenção. O prazo encerra-se na próxima quarta-feira (16/09). Click nesta mensagem que você será redirecionado para o site da Covest-Copset.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O mundo em um Click!


Toda as ferramentas do menú está funcionando coretamente, temos: Cultura, Esporte, Entretenimento e Educação. O mundo em um click, todas as informações do mundo, passará por aqui. Boa navegação. Sugestões podem ser postadas no CBOX.